Já tem uma conta?

Translate this blog

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons nas seguintes condições: você pode copiar, distribuir e utilizar livremente, desde que cite a autoria com link para o artigo neste blog, não o utilize com finalidade comercial e não faça modificações no conteúdo.

05 novembro 2008

É o que dá misturar arminianismo e política

O bispo norte-americano Joseph Robert Finn, da cidade de Kansas, advertiu nesta segunda-feira os fiéis da sua diocese de que os eleitores que votarem no candidato à Presidência pelo Partido Democrata, Barack Obama, 47, irão colocar em risco a "salvação eterna".

"[Ao votar em Obama] vocês se tornarão cúmplices do ato do aborto e não serão salvos, porque a salvação eterna está ligada a esta escolha importante", disse o bispo do Estado de Missouri em entrevista a uma rádio local. Finn acusa Obama de ser um "fanático" a favor do aborto.

O Estado do Missouri é um dos mais disputados por Obama e pelo adversário republicano, John McCain. Segundo pesquisas locais, o republicano John McCain tem 47,6% das intenções de voto, contra 47,4% de Obama.

6 comentários:

Cleber disse...

Toda mistura com a política é ruim...seja calvinista ou arminiana ou....

O arminianismo não admite perda de salvação por motivos assim banais.

Tenho certeza que vc sabe disso.

Cleber.

Cleber disse...

Mano,
vc tá me devendo uma resposta de qual a incoerência q vc vê nos 5 pontos arminianos...

qdo puderes... gostaria de ler...

Cleber.

Clóvis disse...

Cleber,

Concordo que mistura de cristianismo e política é sempre ruim. Porém, no caso citado, não foi ruim, foi trágico.

E é verdade, eu sei que o arminiano típico não acredita que a salvação seja facilmente perdida. Aliás, Armínio morreu crente na perseverança de todos os salvos.

O caso acima é ilustrativo de onde o arminianismo levado às últimas cnsequencias pode chegar. Mas não é representativo do "bom arminianismo".

Em Cristo,

Clóvis

Clóvis disse...

Cleber,

Não me esqueci da dívida e a saldarei. Mas não quero fazer apressadamente, até mesmo para não incorrer em representações impróprias do arminianismo.

Além disso, ainda estou "pensando" o seu texto "Resposta firme...".

Em Cristo,

Clóivis

Daniel Grubba disse...

Oi irmãos,

Aproveitando a ocasião,

O que vocês acham do envolvimento de cristãos como, William Wilberforce ou M. Luther King, na política? Será que é sempre ruim mesmo?

Um lutou tanto que, após vinte anos viu o escravagismo cair por terra. Outro viu a declaração dos direitos civis favorecendo as minorias oprimidas (Quem diria ver um negro na Casa Branca. O que M, Luther King tem haver com isso?)

Se o envolvimento é ruim, o que dizer da omissão?

Abraços
Daniel

Clóvis disse...

Cleber,

Eu sou contra "misturar religião e política", mas não sou contra a participação de cristão na política.

Por exemplo, em minha cidade eu coordeno um movimento chamado vote certo, que tem uma atuação política no sentido do voto consciente durante a eleição e um acompanhamento e cobrança durante os mandatos.

Creio que o cristão não pode se omitir e aqueles que tem vocação devem concorrer a cargos eletivos.

Agora, são esferas separadas. Não se deve confundir púlpito e palanque, culto e comício, pregação e discurso. Também não se pode utilizar a fé (sua e alheia) como trampolim para o poder.

Enfim, não vejo problema nenhum em crentes participarem da política, o problema é quando o sujeito não é um bom crente, ou não é um bom político ou, pior, não é nenhum dos dois.

Em Cristo,

Clóvis

Postar um comentário

Sua leitura deste post muito me honrou. Fique à vontade para expressar suas críticas, sugestões, complemetos ou correções. A única exigência é que seja mantido o clima de respeito e cordialidade que caracteriza este blog.