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21 setembro 2009

Predestinação: mais um caso de má interpretação

"Por essa razão, pois, amados, esperando estas coisas, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis, e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles" 2Pe 3:14-16

O pastor Elder Cunha se propõe a expor a verdade sobre predestinação e eleição, tema segundo ele "muito discutido e mau [sic] interpretado por muitos". Por ele inclusive, como se conclui das afirmações que faz sobre a doutrina da predestinação e sobre a salvação em si.

Entre as informações erradas a respeito do calvinismo estão, por exemplo, a de que eleitos são "um grupo de pessoas que poderiam fazer tudo errado, mas seriam salvas" e que os réprobos são "outro grupo as pessoas poderiam fazer tudo certo, mas jamais se salvariam". Isso o leva a conclusão de que "os que Deus destinou a salvação serão salvos mesmo pecando ou não querendo ser salvos. E os que destinou à perdição não serão salvos mesmo aceitando o Sacrifício de Jesus, e vivendo vida santificada".


Para o pastor, todos os homens são predestinados à salvação. Antes da pergunta inevitável do porque nem todos são salvos, ele afirma que a salvação "é exclusivamente uma decisão pessoal" e que Deus "não pode interferir nas decisões do homem, por força do livre arbítrio que conferiu ao ser humano". Seu golpe final na doutrina da predestinação vem nas palavras "se a predestinação fosse uma doutrina verdadeira, creio que não precisávamos de Jesus, do Seu sacrifício, nem do evangelho, nem da igreja, muito menos do Plano de Salvação. Bastava viver e aguardar a morte."


Um blog chamado "Semeando a verdadeira doutrina de Cristo" e um artigo que pretende ser "A verdade sobre predestinação e eleição" mereciam uma pesquisa mais cuidadosa, sob pena de desvirtuar a verdade que se pretende semear e defender. Além disso, as afirmações do pastor implicam universalismo e aniquilacionismo. Apenas faremos um breve esclarecimento a respeito das más representações acima.


1. Eleitos não tem imunidade para pecar

A diferença entre eleitos e reprovados não é intrínsica. Ambos são, até a operação infalível do Espírito Santo, pecadores merecedores do fogo do inferno. Paulo explica que "nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais" (Ef 2:3). A experiência de cada salvo é que "nós também, outrora, éramos néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros" (Tt3:3). Além disso, a salvação dos eleitos não se dá à margem da santificação, "sem qual ninguém verá o Senhor". (Hb 12:14). Pelo contrário, a salvação dos eleitos se dá pela santificação, "porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade" (1Ts 2:13). Somos finalmente salvos pela conformação à imagem de Jesus, que foi decretada na eternidade, é iniciada e prosseguida nesta vida e será completada na volta do Senhor.


2. Não eleitos bonzinhos não vão para o céu

Isto não se dá pelo fato de serem não eleitos, mas porque não existe ninguém, eleito ou não, que seja bonzinho a ponto de merecer ir para o céu. É verdade que Jesus promete "
o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora", mas antes, no mesmo verso, Ele disse "todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim" (Jo 6:37). A barreira, portanto, não está no fato de Jesus rejeitar o pecador que vai a Ele, mas no próprio pecador que não quer e não pode voltar a Deus por si mesmo. O veredito do Senhor sobre a vontade e a capacidade do homem é inapelável: "não quereis vir a mim para terdes vida" (Jo 5:40) e "ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer" (Jo 6:44).

3. Pecadores deixados por conta própria, não decidem por Cristo

Como vimos (Jo 5:40; 6:37; 6:44), se a salvação dependesse exclusivamente de uma decisão pessoal, sem a ação invencível do Espírito Santo, então a Casa do Pai de Família ficaria vazia e no inferno teria gente saindo pelo ladrão. Pois a Bíblia afirma que "
não há ninguém que busque a Deus" (Rm 3:11). Uma pesquisa capaz de sondar o coração dos pecadores teria como resultado "não queremos que este reine sobre nós" (Lc 19:14). Ou o Senhor age para que o homem se decida por Ele ou ninguém é salvo.

4. Deus pode salvar, e de fato salva, quem Ele quiser


A verdade é que "do Senhor vem a salvação" (Jn 2:9), pois "nosso Deus é o Deus da salvação; e a Jeová, o Senhor, pertencem as saídas para escapar da morte" (Sl 68:20). Jesus não apenas é "Autor da salvação eterna" (Hb 5:9), no sentido de que provê os meios para a salvação, como também é "Autor e Consumador da fé" (Hb 12:2), no sentido de que aplica o recurso necessário ao ato de crer. É "Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade" (Fp 2:13) e essa operação é infalível, pois diz "operando eu, quem impedirá?" (Is 43:13). Assim, da eternidade passada à eternidade futura, passando por esta vida, nossa salvação é toda obra do Senhor. Deste fato resulta nossa segurança eterna e a remoção de qualquer chance de nos gloriar por termos feito a nossa parte na salvação.

5. A predestinação é verdadeira


O pastor conclui que, fosse a predestinação verdadeira, "não precisávamos de Jesus, do Seu sacrifício, nem do evangelho, nem da igreja, muito menos do Plano de Salvação". O problema para o pastor é que a predestinação é verdadeira, o que fica provado pelos textos bíblicos que o próprio cita no início de seu artigo e que em nenhum momento refuta. Se o pastor estiver certo, ou a Bíblia está errada ao afirmar a predestinação ou a pessoa do Salvador, a expiação, o evangelho e os meios da graça são inúteis e vãos. Não é o caso, pois o que temos aqui não é uma negação fundamentada da doutrina bíblica da predestinação, nem a anulação da ação divina em favor do perdido, mas simplesmente mais uma pessoa engrossando a estatística dos que discutem muito e interpretam pior as maravilhosas doutrinas da graça.

Soli Deo Gloria

12 comentários:

Roberto Vargas Jr. disse...

Caríssimo Clóvis,
Não li o artigo original, mas pela amostra que você nos deu dele, ele é bastante pueril. Não é difícil encontrar ataques mais consistentes (embora sempre enganosos), não só à doutrina da predestinação, mas a outras doutrinas da Graça. Mesmo assim, creio não ser esta abordagem incomum, pelo que seu texto é bem proveitoso para refutá-la, como é seu costume.
Apenas em um ponto você usou expressões impróprias, ao mencionar eternidade passada e futura. A eternidade não abarca qualquer categoria de tempo, mas transcende o próprio tempo. Embora eu compreenda que você mencione "eternidade" pensando no tempo voltando mesmo até sua origem desde a eternidade e olhando com a esperança pela infinitude do porvir pela promessa de vida eterna (se bem que eu mantenha uma certa perplexidade aqui pelo mistério envolvido, este é um termo também impróprio, pois é comumente entendido como uma vida sem fim, ou para sempre), falar de eternidade em termos de tempo pode gerar mais confusão que esclarecimento.
No amor infindo do Eterno,
Roberto

(-V-) disse...

Clóvis, esse verde tá doendo meus olhos rsrsrsrs

Ednaldo disse...

Acho que essa foi a intenção Vini, rsrs.

Saulo R. do Amaral disse...

Excelente as explanações!

Leonardo Bruno Galdino disse...

Caro Clóvis,

Parabéns pelo texto. Ficou muito bem escrito e, acima de tudo, fundamentado na Palavra da Verdade. É uma pena que muitos que discordam das doutrinas da Graça sejam tão parciais ( e rasos!) em seus argumentos.

Um grande abraço!

Clóvis disse...

Roberto,

Usei eternidade numa perspectiva humana, para apontar aquele "tempo" que antecede e sucede o período que chamamos de história. Gosto de me referir assim e não acho que traga confusão.

Por outro lado, a discussão sobre o tempo pede uma "eternidade" de tempo. Por sinal, ontem assisti Tela Quente, Dèja Vu, o filme é ruizinho, mas faz a gente pensar um pouco sobre o assunto.

Depois de eu pagar minhas dívidas, especialmente o artigo sobre batismo que está para emergir, podemos até falar um pouco sobre a eternidade como um eterno agora ou uma quantidade infinita de tempo. Por enquanto, fiquemos com Agostinho, que sabia o que era tempo, até que alguém lhe perguntasse o que era.

Em Cristo,

Clóvis

Roberto Vargas Jr. disse...

Meu caro,
Relaxa! Eu não quis dizer que o uso é errado, mas impróprio, o que não é a mesma coisa. Eu também compreendi seu uso e, neste caso, não há mesmo confusão.
Ainda assim, considero que o uso gera alguma confusão, talvez não imediata, e prefiro falar em "infinitude de tempo".
Explico porque considero gerar certa confusão. Ao se falar de eternidade em termos de tempo, corremos grande risco de interpretar mal os desígnios eternos de Deus que, se são para ser colocados em termos de sucessão, só o podem ser feitos logicamente e em anterioridade ao próprio tempo. Creio que muito da dificuldade de compreensão em relação a predestinação decorre daí.
Quanto a Agostinho, bem, definir tempo, assim como definir eternidade (aliás, como definir muitas coisas) é um tanto difícil... Por exemplo, as definições de eternidade como "um eterno agora" e "uma quantidade infinita de tempo" são equivocadas, pois a definem em termos de tempo. OK, não voltemos ao seu uso que, embora impróprio, não é errado, pois se temos apenas uma perspectiva humana, tudo bem. Porém, ao falarmos de Deus, tais definições não cabem de jeito nenhum (exceto, talvez, como frágeis aproximações). Mas Agostinho sabia bem a diferença entre eternidade e tempo! rs

Já falei demais, não? Como você sugere, deixemos tal discussão para um outro tempo! rs

No amor do Senhor,
Roberto

Anonymous disse...

A Predestinação

________________________________________
Por Pr. Silas Malafaia
Transcrição de mensagem gravada (voz apenas)
________________________________________

Nós queremos trazer o assunto da predestinação à luz da Bíblia. A Bíblia fala em predestinação? Sim. Claro que a Bíblia fala em predestinação.

Nós encontramos na Bíblia que Deus determinou o futuro de Israel e o futuro da Igreja; o que não aceitamos e não encontramos respaldo bíblico é que Deus já tenha determinado o futuro individual de cada ser humano, isto é, o homem quando nasce já está predestinado ao céu ou ao inferno, conforme uma escolha prévia de Deus. Isso, absolutamente não aceitamos e reafirmamos que não encontramos respaldo bíblico. Não aceitamos os seguidores da predestinação que fazem com que Deus escolha pessoas, previamente, umas para o céu e outras para o inferno. Absolutamente não cremos nisso. É sobre isso que vamos colocar aqui, em nome do Senhor Jesus.

Eu gostaria de ler Efésios 1.4-5:
"como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade, e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade," (Efésios 1:4-5 RC)

Agora vamos ler Hebreus 5.9:
"E, sendo ele consumado, veio a ser a causa de eterna salvação para todos os que lhe obedecem," (Hebreus 5:9 RC)

E sendo Ele consumado, veio a ser a causa de eterna salvação para todos os que lhe obedecem.

Uma outra passagem bíblica, para respaldar o que vamos comentar aqui - Tito 2.11:
"Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens," (Tito 2:11 RA)

A graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Em outras versões diz que "a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens,” (RC).

Muito bem. Eu li aqui a primeira passagem de Efésios 1.4-5 que diz que "também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade, e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo". O que eu quero dizer para você querido; Paulo aqui, nessa passagem, está entrando na área da presciência de Deus. Você sabe que Deus possui atributos exclusivos da divindade: o atributo da onipotência (que Deus possui todo poder), o da onipresença (que Deus está em todo lugar) e da onisciência (que Deus sabe de todas as coisas). Dentro do atributo
continua

Anonymous disse...

da onisciência, que Deus sabe de todas as coisas, existe a presciência. Deus sabe de todas as coisas e todas as coisas Ele sabe antecipadamente.

O que Paulo está começando aqui a dizer é que Deus não é igual ao homem que faz as coisas de improviso e na hora que aparece os problemas. Deus é um Deus sábio. Deus é um Deus de planos e propósitos. O que Paulo está dizendo é que Deus preparou um grande plano.

Eu quero que você preste atenção, no que está escrito em Apocalipse 13.8:
"E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo." (Apocalipse 13:8 RC)

Quando a Bíblia diz que Jesus foi morto antes da fundação do mundo, não está querendo dizer, na essência da palavra, que ele morreu antes da fundação do mundo. Por que? Jesus morreu aproximadamente há 2.000 atrás. O que a Bíblia está querendo dizer nessa passagem é que havia um plano preparado antes da fundação do mundo para salvar o homem do inferno.

Agora, em Efésios 1.4-5, Paulo usa a mesma linguagem: "que antes da fundação do mundo, Deus já providenciara um plano. Ele elegeu, primeiro, a pessoa do nosso Senhor Jesus Cristo. Aquele que aceita Jesus hoje é eleito em Cristo". Veja que o versículo diz: "nos elegeu nEle". Isso significa que quando você aceita a Jesus hoje, por sua livre e expontânea vontade, você está, automaticamente, participando do plano que foi elaborado por Deus antes da fundação do mundo.

Quando você aceita Cristo hoje, você está participando de um plano que foi elaborado antes da fundação do mundo. Deus elegeu a Cristo e todo aquele que aceita Jesus, está eleito em Cristo.

É importante observar nessa passagem que a eleição é primeiro, isto é, ela precede à predestinação. Primeiro você aceita a Cristo. E você sabe que significa aceitar a Cristo? Aceitar a Cristo é submeter-se a Ele, é obedecê-lo, é segui-lo, é ser fiel até o fim, depois sim; depois que você é eleito a Cristo. Depois que você aceita a Cristo como seu Salvador, você estará pronto a estar predestinado para o céu. Se você seguir a Cristo aqui na terra, você terá a garantia do céu. Isso é o significado de Efésio 1.4-5.

Eu posso citar um exemplo: um indivíduo se ingressa na faculdade, no primeiro ano de engenharia. Ele está predestinado a ser engenheiro, isto é, o seu futuro está predestinado que seja engenheiro. Mas para que ele seja engenheiro, tem que cursar 5 anos na universidade e tem que ser aprovado em todas as provas. Está implícito isso.

Querido, o que Deus escolheu e predestinou foi um povo. É aí que nós diferenciamos da linha da predestinação de alguns que acham que Deus escolheu pessoas individualmente, ora uns para o inferno, ora outros para o céu. Isso não. A Bíblia quando diz respeito à predestinação, diz que Deus predestinou um povo. E você pode ver que em Efésios - capítulo primeiro - versículos 4 e 5 está no plural: "... nos elegeu nele ... para que fôssemos [é PLURAL] ... e nos predestinou para filhos [filhos é
continua

Anonymous disse...

PLURAL]." Nós não encontramos uma palavra no singular dizendo que Deus determinou individualmente pessoas - Ele predestinou um povo - predestinou um grupo. E quem é que Deus predestinou para o céu? Está na boca de qualquer crente: Deus predestinou a Igreja - a Igreja está predestinada - o futuro da Igreja é ir para o céu.

Vamos ler 1Pedro 2.9-10:
"Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia." (1 Pedro 2:9-10 RA)

Olha o que Pedro está dizendo, ele diz: vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido; olha vocês que, em outro tempo, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus; não eram mas agora são - são porquê? Por causa de Cristo. Nós não encontramos nada no singular. Nós encontramos aqui, Pedro falando da Igreja. Isto está bem claro - a Igreja está predestinada ao céu e quem participar da Igreja, e participar da Igreja.

Clóvis disse...

A pregação do Silas Malafaia sobre predestinação já teve um tratamento no Cinco Solas. Como o texto é relativamente antigo, a minha resposta também é. Para lê-la, clique em Silas Malafaia e a Providência.

Em Cristo,

Clóvis

Clóvis disse...

Eleição corporativa, este é o argumento encontrado nas seguintes palavras de Silas Malafaia:

"Nós não encontramos uma palavra no singular dizendo que Deus determinou individualmente pessoas - Ele predestinou um povo - predestinou um grupo. E quem é que Deus predestinou para o céu? Está na boca de qualquer crente: Deus predestinou a Igreja - a Igreja está predestinada - o futuro da Igreja é ir para o céu."

Este argumento foi respondido em Eleição Corporativa.

Em Cristo,

Clóvis

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